quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Dream Team completa 20 anos no Basquete este ano !


Por sugestão do meu amigo Ezequiel, vou postar esta matéria interessante.


Pela primeira vez, em 1992, foram permitidos jogadores estadunidenses que atuassem na National Basketball Association (NBA) à participar em uma olimpíada.

O basquetebol nos Jogos Olímpicos de Verão de 1992 foi realizado no Pavelló Olímpic de Badalona em Barcelona, na Espanha.

Pela primeira vez foram permitidos jogadores estadunidenses que atuassem na National Basketball Association (NBA). Formou-se então o denominado Dream Team, com jogadores como Magic Johnson, Michael Jordan, Larry Bird, Charles Barkley e Karl Malone que ajudaram a equipe dos Estados Unidos a conquistar a medalha de ouro de forma incontestável, com um média de 117 pontos por partida e todas as vitórias com mais de 30 pontos de diferença.

Mas isso pode mudar novamente.

O presidente do USA Basketball, Jerry Colangelo, disse no dia 26/07/2012 que quanto mais cedo a regra da idade for definida para o Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro, será melhor.

Por outro lado, o comissário da NBA, David Stern, não tem pressa para tomar alguma conclusão, se estas serão as últimas Olimpíadas para os jogadores da NBA de todas as idades ou se os jogadores com menos de 23 anos irão competir nas futuras Olimpíadas.

Mas porque mudou a regra ?

O sentimento de todos que assistiram, in loco ou pela TV, ou que simplesmente ouviram falar do Dream Team é a mesma: nunca haverá nada igual na história do esporte.

— Aquela equipe foi escolhida para mostrar que o basquetebol americano era incontestavelmente o melhor do mundo, depois de alguns revezes que começaram com a nossa vitoria em Indianápolis, em 1987. Todos eles, dirigentes, técnicos e atletas, vieram com toda a gana possível, como se dissessem “de agora em diante todos saberão quem possui o melhor basquetebol do mundo em todos os sentidos” — avalia José Medalha, técnico da seleção brasileira que enfrentou os EUA em Barcelona.

A vitória a que Medalha se refere aconteceu na final do Pan-Americano de Indianápolis, na casa dos americanos. Um ano depois, nas Olimpíadas de Seul, uma derrota para a União Soviética na semifinal e o terceiro lugar na classificação feriram ainda mais o orgulho americano. Até então, segundo norma da Federação Internacional de Basquete (Fiba) somente atletas amadores estavam aptos a disputar as Olimpíadas. Com isso, os jogadores da liga profissional norte-americana, a NBA, não podiam representar os EUA nos Jogos, o que não impediu que os ianques conquistassem a medalha de ouro em 1984, por exemplo. No entanto, em 1989, a Fiba determinou que, a partir das Olimpíadas de Barcelona, seria permitida a utilização de profissionais — em outras palavras, atletas da NBA. Com o prestígio arranhado pelas derrotas recentes, os americanos concentraram-se então em montar a melhor equipe possível.
No documentário “The Dream Team”, exibido pela TV da NBA em junho, Rod Thorn, executivo da liga à época, admitiu que a grande tarefa foi convencer Michael Jordan a fazer parte do time. O armador do Chicago Bulls já era a grande estrela da liga (o melhor jogador de basquete de todos os tempos), mas já havia participado da campanha vencedora em Los Angeles-1984 e parecia não ter motivação para atuar de novo. O próprio Jordan admitiu no documentário: “Esperava que não chamassem para jogar. Ficava pensando em uma maneira de recusar o convite de forma gentil”, confessou. O melhor jogador do planeta impôs uma condição: só jogaria acompanhado por outros atletas de alto nível. Thorn então procurou Magic Johnson, que pouco depois descobriria ser portador do vírus HIV. O ídolo do Lakers, que anunciou sua aposentadoria a partir da notícia, disse “sim” prontamente ao convite, sendo seguido por outro veterano lendário, Larry Bird. As confirmações de grandes estrelas foram se acumulando, até que tudo voltou ao ponto de partida: Jordan. Com tantas presenças de peso, ele não hesitou em se integrar ao supertime.

Fontes: DraftBrasil, Wikipedia e Globo

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